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Manos e Minas deixa grade da TV Cultura

Anúncio Manos e Minas

“Pra onde foi o respeito que o hip hop merece?” – por Carol Patrocinio com entrevistas de E. Ribas

Com um sonoro “Acabou” recebemos a notícia, do produtor Zeca MCA, que o programa Manos e Minas, da TV Cultura, havia oficialmente sido extinto. A alegação da emissora estatal é que isso ocorreu por “política da empresa” e que não tinha nada contra as pessoas envolvidas. “Tá todo mundo triste, mas sabemos que é um jogo de favores e favorecimento. O Manos e Minas não é um porgrama caro, então parece ser mais uma política da empresa de não querer falar com esse tipo de público. Cortaram as vias de acesso com a juventude”, explica o apresentador do programa, Max B.O..

Pra quem ainda não entendeu do que estamos falando, aqui vai a explicação. Nesta quinta-feira (5) pela manhã, todos que buscaram ler o jornal O Estado de S. Paulo*, se depararam com a seguinte afirmação do presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad: “O Vitrine deverá ser suspenso para reformulação. O Manos e Minas sai da grade, assim como o Login. Em compensação, haverá um jornal com debates todo dia. Teremos sessões de cinema em acordo com a Mostra de Cinema de São Paulo”.

Para Max B.O. a conclusão é simples: “Eles dizem que estão sem orçamento, mas contrataram a Marília Gabriela. Eles preferem pagar duzentos pra um ou dois, que pegar duzentos e dar um pra duzentas pessoas”. Curiosamente terminam os dois programas direcionados aos jovens na emissora.

Manos e Minas/Foto: DJ Erick Jay

Depois de saber de sua demissão por uma mensagem de celular recebida de uma produtora que trabalha na emissora – “Força”, dizia o texto – Max chegou a conclusão de que “se os caras mandaram embora até o Heródoto Barbeiro“, não era o Manos e Minas que seria poupado. Saído do MC RAPorter da RedeTV!, o apresentador comenta que sabia que o trabalho ali não seria eterno: “Um dia eu sabia qeu deixaria de ser apresentador (do Manos e Minas), mas gostaria ir lá me apresentar como MC no programa”.

As especulações sobre o programa, que já teve nas pick-ups o saudoso DJ Primo, já aconteciam há alguns dias e rumores rondavam a internet. Alguns, como Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, acreditam ser uma ação partidária: “Maluf, Quércia e Fleury governaram São Paulo e respeitaram os princípios públicos da TV Cultura de São Paulo. Quem destruiu a TV Cultura foram os governadores que há 16 anos coronelizam São Paulo. Agora, José Serra joga a pá de cal”.

De acordo com a definição do site da própria emissora, a TV Cultura é uma “emissora de televisão brasileira de sinal aberto que oferece à sociedade brasileira uma informação de interesse público e promove o aprimoramento educativo e cultural de seus telespectadores”. Se é esse o objetivo, o que está acontecendo? Será que estão errando a mão na hora de ‘colocar ordem na casa’?

Por inspiração de seus fundadores, as emissoras de sinal aberto da Fundação Padre Anchieta não são nem entidades governamentais, nem comerciais. São emissoras públicas cujo principal objetivo é oferecer à sociedade brasileira uma informação de interesse público e promover o aprimoramento educativo e cultural de telespectadores e ouvintes, visando a transformação qualitativa da sociedade” Do site da Fundação Padre Anchieta

“Nossa plateia era de estudantes, o Manos e Minas valia como nota para quem relatava o que rolava no programa. Tinham salas que ganhavam o direito de ir ao programa como prêmio, sabe? Também iam pessoas de casas de assistência, pessoas com liberdade assistida…”, conta o apresentador. A pergunta que fica é: seria esse o problema?

Manos e Minas - equipe/Foto: Dj Erick Jay

Conversamos com algumas pessoas para saber o que acham das mudanças de rumo da emissora que teria, por princípio, a iniciativa de levar conteúdo de interesse público aos telespectadores. E pela movimentação acontecida no Twitter, que levou a tag #salveomanoseminas ao Trending Topics brasileiro, o público quer que o programa, e alguns outros da emissora, continuem na grade.

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André Maleronka – jornalista, editor da Revista Vice e colaborador da Revista +Soma

André Maleronka

Acho que isso significa uma ideia de cultura e de papel do Estado das quais discordo. As declarações do presidente da TV Cultura – ele menciona ineficiencia e inchaço do quadro de funcionários – são uma faca de dois gumes. Essa suposta eficiência: é de audiencia que ele fala? Uma Tv do estado não deveria ter isso como objetivo, na minha opinião. Inchaço: normalmente isso é causado por má administração. É o mesmo grupo que está no poder do Estado de SP há 24 anos.

Então é tudo muito esquisito. Mas acho que, resumindo bem, é isso: me parece uma ideia (ideologia neoliberal, na verdade) de cultura enquanto entretenimento e realização enquanto sucesso financeiro. Lamento, e acho uma visão de mundo bem rasa.”

Daniel Ganjaman – produtor musical, engenheiro, músico e DJ nas horas vagas

Daniel Ganjaman

Atualmente, o Manos e Minas é a única voz da cultura de rua na televisão brasileira. Vivemos um momento onde manifestações artísticas e culturais tem pouquíssimo espaço nos meios de comunicação de massa no Brasil. O Manos e Minas sempre foi um programa muito democrático, com espaço pra música, dança, arte, temas sociais e muitos outros assuntos que não são comuns na grade de outras emissoras. Além disso, havia o foco em temas ligados a periferia de forma criativa e produtiva, com ênfase nas manifestações culturais da comunidade – assuntos só abordados em outros programas com um certo ranso de ‘coitadinho’ ou de ‘caridade’.

Vejo que a situação é muito mais séria, já que está prevista uma demissão em massa e uma completa reformulação na grade da emissora. A existência da TV Cultura sempre foi um diferencial enorme dentro da programação da TV brasileira exatamente por se tratar de uma emissora estatal, sem um compromisso direto com os números de audiência. Isso possibilitava uma programação muito mais interessante e despretenciosa, o que é praticamente impossível numa emissora com interesses comerciais. Ao mesmo tempo, acredito que de certa forma esse é o caminho natural das coisas, já que hoje em dia é possível ter acesso a esse tipo de programação mais específica pela internet, onde o acesso vem ficando cada dia mais democrático. Sinceramente, acredito que a criação de portais de internet dedicados a essa cultura ou um upgrade nos portais existentes pode ser uma forma de cobrir parte desse buraco que ficará na ausência do programa Manos e Minas. Com certeza, uma perda irreparável”

Pedro Alexandre Sanches – jornalista cultural e autor dos livros “Tropicalismo – Decadência Bonita do Samba” e “Como Dois e Dois São Cinco”

Pedro Alex Sanches

São Paulo tem uma triste tradição no que diz respeito aos espaços reservados para manifestações culturais das populações menos favorecidas em geral. O hip-hop ocupa um lugar importante nisso que considero uma forma de discriminação, que a gente nota em episódios como a resistência da Virada Cultural em escalar rappers, ou esse agora com o programa “Manos e Minas”. Não é um problema só da TV Cultura, é muito mais generalizado, mas o triste, agora, é justamente a TV Cultura, talvez o único veículo de São Paulo que andava se preocupando, fechar o espaço que havia aberto. É um retrocesso, e, repito, esconde, sim, por trás uma carga forte de discriminação. Programas elitistas como o ‘Manhattan Connection’, do GNT, também dão audiências pequenas (e pouco lucro, imagino), mas não consta que pensem em tirá-los do ar por causa disso”

Leandro Roque de Oliveira aka Emicida – rapper e ex-apresentador de um dos quadros do Manos e Minas

Emicida

Desrespeitar o hip hop, infelizmente, já é uma característica de orgãos culturais, excluir o rap idem, mas o que me chocou nesse ‘cancelamento’ – coloco entre aspas pois até agora não fui notificado formalmente de minha demissão pela empresa que me ‘contratou’ e coloco entre aspas para ressaltar a importância deste contrato – foi o desrespeito a mim e a mais, aproximadamente, 20 pessoas que integram a equipe do Manos e Minas.

Fomos comunicados de nossa demissão (fora o resto das equipes dos outros programas também excluídos da grade), através de uma entrevista em um dos maiores jornais do país, cedida pelo novo presidente, João Sayad. Dizem que quando nos dirigimos a presidentes devemos expressar respeito utilizando termos como ‘excelentíssimo senhor’ e outras formalidades, mas de onde eu venho, não se deve mostrar respeito por quem não te respeita, e nesta atitude, no minimo bagunçada, da TV Cultura junto com essa nova diretoria, sobraram dúvidas, demissões, cortes e desrespeito pelas pessoas que dedicaram seus talentos à instituição.

Fala-se em construir uma nova TV cultura (excluindo programas culturais?), fala-se em reformular a grade, atrair o interesse da população (a mesma que era representada por um programa como o Manos e Minas), falou-se até em venda do terreno nestes últimos dias (que isso?). Eu não tenho palavras rebuscadas para enriquecer os textos como muitos, nem me considero tão inteligente assim, mas ontem fui a uma reunião em que ouvi ‘o programa é maravilhoso, o custo não é alto, dá uma resposta legal de audiência, mas está fora’.

Nunca vi aquilo como um emprego, assim como muitos da equipe como Truty, Zeca MCA, Max B.O., Erick Jay e outros que vivenciam o hip hop fora da sala de produção, víamos aquilo como uma oportunidade de levar a cultura, com a nossa cara, para nossos irmãos, aqueles que não se veêm representados nos artistas que vão no Faustão (com todo respeito a estes artistas), aqueles que já não têm acesso a saneamento básico, moradia, alimentação, educação decente e agora perdem seu programa companheiro dos sábados, onde podiam ter uma opção para fugir da programação nojenta da grade da tv aberta brasileira (salvo raras exceções).

Nos resta aguardar esta ‘nova TV Cultura’, que terá para sempre em sua história, este primeiro passo torto, como se tivesse sido empurrada por uma direção que se pautou pelo próprio umbigo. É ano de eleição, não faço campanha pra ninguem, acho que estamos ruim de opções, não acredito em coincidências nem gosto de ver caracteristicas comuns nos adversários (pois é assim que enxergo quem fecha portas para nós). Após ver estas características comuns o segundo passo é generalizar, coisa que também odeio fazer, e o terceiro passo é dizer: PSDB é foda”

Jair dos Santos aka Cortecertu – DJ, pesquisador e editor adjunto do site Central Hip-Hop

DJ Cortecertu

O Manos e Minas representa um dos braços do Hip-Hop na mídia, pois não é apenas um programa, o Manos e Minas é parte da retomada dos trabalhos que dão visibilidade ao Rap e à cultura de rua, numa articulação com outros estilos musicais como o samba-rock. Em dois anos de vida, o programa tratou com respeito nossa cultura.

Ao meu ver, o Manos e Minas poderia dar espaço para outros tipos de rap feitos por aqui, isso aumentaria a audiência e o poder de influência do programa. As manifestações em favor do programa pela internet mostram a diversidade em nosso cenário, artistas e curtidores de vários estilos divulgaram seu apoio, isso é um sinal, algo que precisa ser levado em conta para a resistência do Manos e Minas e para a criação de qualquer iniciativa semelhante”

Do outro lado do muro
Em comunicado oficial, a Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, explica os cortes:

tv-cultura

Em face às recentes notícias publicadas sobre a TV Cultura, informamos que:

Esta é a proposta de renovação que a Administração levará ao Conselho da Fundação Padre Anchieta: a revitalização dos programas admirados, a modernização dos processos administrativos, bem como dos equipamentos, e contando com os talentos que a emissora possui e com a contratação de novos apresentadores e jornalistas.

A TV Cultura é patrimônio querido dos paulistas e brasileiros, com um acervo de ótimos programas e vários artistas e jornalistas de sucesso que começaram aqui, mas que precisa se renovar. Perdeu audiência, qualidade e se tornou cara e ineficiente.

Mobilizações
Além da mobilização virtual para achar atenção ao caso levando a tag #salveomanoseminas ao Trending Topics brasileiro, acontecerão as demonstrações presenciais de insatisfação com a emissora. Veja qual o melhor dia e horário pra você fazer a sua parte e escolha sua manifestação.

Rinha de MC’s

Show do Emicida em Santos
Quando? Sexta-feira (6) às 23h
Onde? Club 49 (Rua Visconde do Rrio Branco n° 49 – Santos/SP)

Quer ler mais?
* No jornal O Estado de S. Paulo: “Sayad admite inchaço da TV Cultura, mas avaliará demissões caso a caso”

* No Conversa Afiada: “Tucanos fecham TV Cultura. Eles já têm a Globo”

* No Coletivo Action: “O fim do Manos e Minas?”

* No blog de Jéssica Balbino: “Salve Manos e Minas”

* No R7: “Fim do Manos e Minas causa protestos no Twitter”

* No blog Jornalismo B: “Comentários sobre uma emissora pública de televisão”

* Mídia Kit da TV Cultura: Saiba quem assistia a programação

* No Central Hip-Hop/Bocada Forte: “MobilizAção: militante quer acionar ministro pelo Manos e Minas”

Não confunda briga com luta. Briga tem hora pra acabar e luta é para uma vida inteira” Sérgio Vaz

O Per Raps agradece a ajuda de todo mundo que colocou no Twitter a tag #salveomanoseminas e ainda está colocando, além dos blogs e pessoas que ajudaram a fortalecer essa luta. Sem nomes porque quem fez sua parte, sabe. E quem não fez não merece nosso respeito.

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Saiba mais sobre o Twitter com Aori, o MC Lapa

Aori wide

Aori (Arquivo pessoal/Facebook)

Aproveitando o sucesso do Twitter, a equipe do Per Raps conversou com um MC que curte e explora bastante essa ferramenta de internet. O Twitter nada mais é que uma rede social, mas que possui características particulares, que acabam lembrando um misto de blog e SMS. A ferramenta é gratuita e permite que você mande mensagens em até 140 caracteres via web ou via celular. 

A pergunta feita para estimular o usuário é simples: “o que você está fazendo?”. A partir daí, você vai respondendo: estou com sono, me atrasei pro serviço, vi um ovni sobrevoando meu prédio – pode ser qualquer coisa! Depois desse primeiro momento, as pessoas vão encontrando novas utilidades e sentido para o micro-blog.

Você pode “seguir” a rotina de pessoas conhecidas ou não e vice-versa. Há quem use para trocar informações e links interessantes, blogueiros costumam anunciar seus novos posts por lá, empresas já começam a buscar formas de vender via Twitter, além de mídias que a utilizam para atrair leitores para seus sites, por exemplo. 

Acompanhe abaixo as opiniões e experiências de Aori, o MC Lapa, com essa rede social. Ele conta casos curiosos que ele resolveu compartilhar usando a ferramenta, dá dicas e fala de sua relação com outras redes sociais. Acompanhe!

Per Raps: Como você descobriu o Twitter e como foi o começo do uso dessa ferramenta?
Aori, o MC Lapa: Eu descobri o Twitter através de uns amigos americanos e logo no começo me apaixonei pelo imediatismo da parada. Imagina ter acesso direto a caras como Just Blaze, Q-Tip, Shaquille O´Neal?!

Per Raps: Na gringa, o povo é meio viciado nisso. Você também se viciou depois ou não?
Aori: Sim, me viciei. Ainda mais depois que peguei um celular 3G. (risos)

Eu adoro ler o Quest Love “tuitando” direto do palco. Ou o Diddy mandando o track list ao vivo da balada que ele tá. De qualquer lugar do mundo saber o que os meus amigos estão fazendo. Eu sigo muita gente. Tem a ver também com a minha mentalidade fragmentada. O conceito do Twitter de 140 letras é foda, eu não preciso mais que isso pra me manter informado. Isso tem muito a ver com o rap, acho que o Twitter afiou meu poder de síntese.

Per Raps: E o que você costuma tuitar?
Aori: Tudo! Antigamente eu estava tuitando muito da balada, chapadão. (risos) Mas agora dei uma segurada. Eu tuito ações e pensamentos.

Per Raps: Você consegue obter boas informações por lá? Troca experiências?
Aori: Sim, informação de ponta está toda lá. E legal como o Hip Hop adotou o Twitter. O Jay Electronica tuitou o parto do filho dele com a Erykah Badu.

Per Raps: Aliás, a Erykah anunciou por lá que a filha tinha nascido primeiro. Mas também tem muita gente que vacila e se empolga demais, não? Você já se empolgou demais e ficou divagando idéias?
Aori: (risos) Sim! Com certeza. Chapado na balada, ou chegando da night. Já botei minhas frustrações para fora. (risos) Até pedi desculpa no dia seguinte.

É que, às vezes, até por essa coisa de síntese, a coisa sai do contexto né? Por exemplo, eu tenho 500 pessoas me seguindo. O que será que meus 140 caracteres significam para elas naquele momento? Por isso, hoje eu uso o Twitter para bombar meu blog, meus sons, em conjunto com o Facebook.

Aori twitt celular

Aori twitando de seu celular (Arquivo/Facebook)

Per Raps: Outro dia o Talib Kweli tuitou 10 coisas que não devem ser feitas no Twitter. O que você aconselharia para quem está começando agora?
Aori: Não tuitar muito bêbado… 
Não levar o Twitter muito a serio. 
Não deixar de ir pra rua para ficar tuitando. 
Não deixe de responder e estimular respostas no Twitter.
Não perca a chance de se comunicar.
Não fique muito tempo sem tuitar.
Não tenha medo.
Não faça propaganda gratuita.
Seja cool.
Seja interessante.
Use o Twitter combinado com outras paradas de internet.
E o mais importante: siga o @mclapa!

Per Raps: E o Myspace e o Orkut nessa história, ficam de lado?
Aori: Cara, o Orkut morreu para mim. É só para anúncio de massa mesmo.

Myspace também é mais para “depositar” minhas músicas. Eu estou na pegada do Facebook agora , junto com o meu blog.

Per Raps: Novidades do seu trampo? Previsão de CD, singles?
Aori: O novo som do INUMANOS está no nosso novo Myspace também.
wwww.myspace.com/mestresdanoite

Per Raps: Fazendo shows também? Previsão de tocar em Sampa, Curitiba e outras praças?
Aori: Por enquanto, não. Estamos finalizando esse álbum para Internet que vai chamar “Aumenta o Volume” também.

Per Raps: Vai ser lançado na internet?
Aori: Na real, estamos relançando o INUMANOS. Aí a gente volta aos shows.

Eu estou com uma festa toda quarta aqui no Rio que está foda, chama LUV.

O MC Aori (dir.) e o Dj Babão formam o grupo Inumanos

Aori (esq.) e o Dj Babão formam o grupo Inumanos (Divulgação)

Per Raps: E como anda o seu blog? Em termos de respostas dos fãs, comentários, repercussão, diversão e etc?
Aori: Cara, tenho que voltar a um ritmo de postagem mais pesado e divulgar mais. Mas eu curto muito fazer, é mó terapia. É bom para recapitular o que eu tenho feito.

Per Raps: É a documentação do seu trabalho?
Aori: E da minha vida também.

Per Raps: Uma espécie de diário online com mais opções e possibilidades?
Aori: É ,eu uso assim mesmo, esse lance de blog, twitter, facebook é questão de você acreditar que sua vida é interessante.

Curtiu as dicas? Já conhecia o Twitter? Comente!

 

Saiba mais sobre essa rede social no blog Twitter Brasil.
Entrevista sobre o assunto com o produtor/MC Parteum, no Rapevolusom*

*Valeu pela inspiração, B.Dog!

Acompanhe o novo som do grupo Inumanos, “Aumenta o som”.

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Festas

Flyer festa LuvFesta Luv no Lounge 69

Dj Pathy de Jesus + convidados
Endereço: Rua Farme de Amoedo, 50 – Ipanema – Rio de Janeiro/RJ 
Horário: 23h.
Info: (21) 2522-0627/ http://www.69lounge.com.br
Censura: 18 anos 

Flyer QUARTEIRÃO_abril

Nesta quarta, 13 de Maio, rola mais uma festa Quarteirão. A apresentação da noite fica a cargo do grupo Turbo Trio. A discotecagem fica por conta dos DJs: Kefing e Crisefx.

Serviço:
Quarteirão: Dia 13 de Maio na Jive Club.
Al. Barros, 376. Higienópolis – Sao Paulo – SP
Informações: 3663-2684 ou http://www.jiveclub.com.br/
Lista: quarteirao2009@gmail.com
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Lançamento

Já que a atração da Quarteirão é o Turbo Trio (BNegão, Tejo Damasceno e Alexandre Basa), aproveite para conferir o novo clipe do grupo. A música, “T3 Make Move (Ya Body)”.